sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Páginas Soltas



Pego novamente a caneta, tento em vão me concentrar.
Mas não posso, as lágrimas começam a cair.
É tarde, são quase duas da manhã, não escuto mais o barulho da rua.
Guardo as folhas, desligo as luzes e sigo pra cama, tento dormir.
O corpo mesmo cansado, não encontra paz.
As lembranças me torturam, ainda frescas na mente.
Rolo de um lado para o outro, e nada, o sono não vem.

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