sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Insónia

Os dias passam, horas se vão e eu continuo aqui te esperando nessa imensa solidão. Sinto no peito o coração que sofre em vão.

Sentado aqui penso em ti, ode está você?
Será que também está na solidão?
E agora o que fazer?

Se mesmo depois de tudo que passamos, eu não quero, nem consigo te esquecer. Volta, sem você aqui a minha vida é solitária, que fere cada vez mais meu pobre coração, vivendo na esperança de ver o seu retorno, ainda quero ver você entrar por essa porta. Como vou viver sem teus carinhos, sem teus olhos para mim guiar nesses caminhos. Onde estou a vida é triste, onde vivo nada mais existe. Eu preciso dos teus braços, não consigo mais viver sem teus abraços. Ainda lembro o gosto dos teus beijos, ainda sinto em mim o mais forte dos desejos. O desejo de te amar, aqui na rua, na lua ou em qualquer lugar. Sinto arder em mim a chama desse amor, ainda quero ser seu sem temor. Te amar para mim é tudo, é mais do que o próprio mundo. Te amar mim faz viver, e vivendo com você mim faz de todo resto esquecer. Sonhar contigo é meu desejo, é tudo que eu peço a sorte.

Tenho tanta vontade de contar meus segredos, de te falar dos meus medos...

Mas quando nas noites frias ti chamo, eu grito seu nome porque te amo. E nessas horas o silêncio vêm mim dizer que você não está mais comigo. A solidão mim devora, mim faz querer sair de porta afora. Pego o telefone, procuro o seu nome ligo, mas você não quer me ouvir. Desligo o celular, tento relaxar. E mais uma vez tentar dormir, na esperança de em sonhos ti encontrar, e assim, minhas mágoas da vida no teu corpo de nuvens acalmar.

- Olho relógio, são 6 da manhã, o sono não veio, o ouço na porta o som dos teus passos, e logo mim vêm a alegria de novamente te encontrar...
Nem consigo acreditar na sorte que tenho...

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